Viagem de finalistas

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A História da Padeira de Aljubarrota



O nome verdadeiro da Padeira de Aljubarrota era Brites de Almeida. Esta não era uma mulher vulgar, pois era feia, grande e masculina.
Aprendeu a manejar a espada e o pau com tal mestria que alcançou a fama de valente.

Um dia, procurada pela justiça, Brites cortou os cabelos, disfarçou-se de homem e tornou-se almocreve. Mais tarde, cansada daquela vida, aceitou o trabalho de padeira de Aljubarrota e casou-se com um honesto lavrador.

Dia 14 de Agosto, Brites não resistiu ao apelo da sua natureza: juntou-se aos portugueses na Batalha de Aljubarrota, derrotando o invasor castelhano. Chegando a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído, dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz  junto do seu lavrador, mas a memória dos seus feitos heróicos ficou como sempre como símbolo da independência de Portugal.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Verdusco


os nosso desenhos sobre o nosso Verdusco.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Verdusco

Hoje recebemos na turma um novo aluno o Verdusco.Foi O Pedro que o trouxe, ele foi o animal de estimação da turma antiga do Pedro e agora vai ficar na nossa sala e na sala do 3º e 4º D da Professora Sandra.
O Verdusco é verde, tem 4 patas, é um anfíbio, conseguem adivinhar o que é?

É um Cágado.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O que andamos a ler

Devindo as comemorações do Centenário da República andamos já a preparar o dia. Lemos sobre o tema alguns textos soltos e também este livro que a professora trouxe. "O Fim da Monarquia".
Este livro fala do período da historia de Portugal, em que deixou de haver monarquia e passou a República.
Conta a história que o povo estava descontente com o governo da monarquia, porque Portugal estava a ficar pobre, e tinha entregue ao ingleses o Mapa Cor de Rosa de Angola e Moçambique.
O rei D.Carlos foi morto no Terreiro do Paço em Lisboa, o seu filho D.Manuel não aguentou governar Portugal entregou à República.
O Primeiro Presidente Foi Teófilo Braga.

As diferenças entre a Monarquia e a República são que na Monarquia o poder passa de pai para filho e na República tem de ser eleitos pelo povo.



Depois de termos "conhecido" Fernando Pessoa e os seus heterónimos, andamos a ler alguns livros deste poeta português. Lemos a mensagem. Esta obra fala do primeiro rei de Portugal D.Afonso Henriques, filho de D.Teresa e de um cavaleiro francês de nome Henrique.
Conta-nos a história do pinhal de Leiria, que foi mandado construir por D.Dinis e mais tarde, a madeira dos pinheiros, serviu para fazer barcos. As Caravelas Portuguesas.
Ficámos a saber que Portugal teve um rei com apenas 4 anos, porque o pai dele tinha morrido e na Monarquia o reinado passa de pai para filho. Este rei de nome D.Sebastião com apenas 14 anos foi para África conquistar Marrocos, mas foi morto. assim como os seus amigos, numa batalha de Alcácer Quibir.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Dia Internacional da Paz

Hoje é dia internacional da Paz, o significado de paz é tranquilidade, sossego,. boa harmonia...
Na nossa turma chegámos à conclusão que a PAZ É:

Paz
A Paz é muita alegria
quando a partilhamos com a nossa companhia.
A Paz é o amor
e é feita sem dor.
Paz é harmonia
e deve ser semeada todos os dias.
A Paz é liberdade
e é feita com verdade.
A Paz é respeito
e nasce dentro do peito.
A Paz é apagar o que é mau
e fazer renascer o que é bom!



VIVA À PAZ!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fernando Pessoa

Fernando Pessoa
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Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888  Lisboa, 30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou a sua obra um "legado da língua portuguesa ao mundo".[1]
Por ter crescido na África do Sul, para onde foi aos sete anos em virtude do casamento de sua mãe, Pessoa aprendeu a língua inglesa. Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa dedicou-se também a traduções desse idioma.
Ao longo da vida trabalhou em várias firmas como correspondente comercial. Foi também empresário, editor, crítico literário, activista político, tradutor, jornalista, inventor, publicitário e publicista, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária. Como poeta, desdobrou-se em múltiplas personalidades conhecidas comoheterónimos, objeto da maior parte dos estudos sobre sua vida e sua obra. Centro irradiador da heteronímia, auto-denominou-se um "drama em gente".
Fernando Pessoa morreu de cirrose hepática aos 47 anos, na cidade onde nasceu. Sua última frase foi escrita em Inglês: "I know not what tomorrow will bring… " ("Não sei o que o amanhã trará").


Álvaro de Campos

Entre todos os heterónimos, Campos foi o único a manifestar fases poéticas diferentes ao longo da sua obra. Era um engenheiro de educação inglesa e origem portuguesa, mas sempre com a sensação de ser um estrangeiro em qualquer parte do mundo.
Começa a sua trajetória como um decadentista (influenciado pelo simbolismo), mas logo adere ao futurismo. Após uma série de desilusões com a existência, assume uma veia niilista, expressa naquele que é considerado um dos poemas mais conhecidos e influentes da língua portuguesa, Tabacaria. É revoltado e crítico e faz a apologia da velocidade e da vida moderna, com uma linguagem livre, radical.

Ricardo Reis
O heterónimo Ricardo Reis é descrito como um médico que se definia como latinistamonárquico. De certa maneira, simboliza a herança clássica na literatura ocidental, expressa na simetria, na harmonia e num certo bucolismo, com elementosepicuristas e estóicos. O fim inexorável de todos os seres vivos é uma constante na sua obra, clássica, depurada e disciplinada. Faz uso da mitologia não-cristã.
Segundo Pessoa, Reis mudou-se para o Brasil em protesto à proclamação daRepública em Portugal e não se sabe o ano da sua morte.
Em O ano da morte de Ricardo ReisJosé Saramago continua, numa perspectiva pessoal, o universo deste heterónimo após a morte de Fernando Pessoa, cujo fantasma estabelece um diálogo com o seu heterónimo, sobrevivente ao criador.


Alberto Caeiro
Por sua vez, Caeiro, nascido em Lisboa, teria vivido quase toda a vida como camponês, quase sem estudos formais. Teve apenas a instrução primária, mas é considerado o mestre entre os heterônimos (pelo ortônimo). Após a morte do pai e da mãe, permaneceu em casa com uma tia-avó, vivendo de modestos rendimentos. Morreu de tuberculose. Também é conhecido como o poeta-filósofo, mas rejeitava este título e pregava uma "não-filosofia". Acreditava que os seres simplesmente são, e nada mais: irritava-se com a metafísica e qualquer tipo de simbologia para a vida.
Nos escritos pessoanos que versam sobre a caracterização dos heterônimos, Pessoa, dito "ele mesmo", assim como a Álvaro de Campos, Ricardo Reis e o meio-heterônimo Bernardo Soares, conferem a Alberto Caeiro um papel quase místico enquanto poeta e pensador. Reis e Soares chegam a compará-lo ao deus Pã, e Pessoa esboça-lhe um horóscopo no qual lhe atribui o signo de leão, associado ao elemento fogo. A relevância destas alusões se esclarecem na explicação de Fernando Pessoa sobre o papel de Caeiro no escopo da heteronímia. Citando a atuação dos quatro elementos da astrologia sobre a personalidade dos indivíduos, Pessoa escreve:
"Uns agem sobre os homens como o fogo, que queima nele todo o acidental, e os deixa nus e reais, próprios e verídicos, e esses são os libertadores. Caeiro é dessa raça. Caeiro teve essa força."
Dos principais heterônimos de Fernando Pessoa, Caeiro foi o único a não escrever em prosa. Alegava que somente a poesia seria capaz de dar conta da realidade.
Possuía uma linguagem estética direta, concreta e simples mas, ainda assim, bastante complexa do ponto de vista reflexivo. O seu ideário resume-se no verso Há metafísica bastante em não pensar em nada. A sua obra está agrupada na coletânea Poemas Completos de Alberto Caeiro.

Fernando Pessoa No comboio Descendente

A partir de uma poesia de Fernando pessoa, os alunos elaboraram outras, aqui fica um exemplo.




No comboio descendente
Vinha tudo à gargalhada,
Uns por verem rir os outros
E os outros sem ser por nada —
No comboio descendente
De Queluz à Cruz Quebrada.
No comboio descendente
Vinham todos à janela,
Uns calados para os outros
E os outros a dar-lhes trela —
No comboio descendente
Da Cruz Quebrada a Palmela.
No comboio descendente
Mas que grande reinação!
Uns dormindo, outros com sono,
E os outros nem sim nem não —
No comboio descendente
De Palmela a Portimão.
Fernando Pessoa
No comboio prateado
Vinha tudo a girar
Uns por virem rir os outros por chorar
No comboio prateado
De Queluz há lugar
No comboio prateado
Vinham todos à janela
Uns calados os outros
E outros a dar-lhes conversas
No comboio prateado
De pessoas  janela
No comboio prateado
Mas que grande olhadela
Uns dormido e outros com sono,
E outros nem sim nem não
No comboio prateado
Devagar a andar.
 Matheus



No comboio de delicia
Vinha tudo a carícia…
Uns por verem rir os outros
E outros sem ser por nada
No comboio delicia
De Queluz à polícia
No comboio delicia
Vinham todos à janela
Uns calados para os outros
E outros a dar-lhes marmelo
No comboio delicia
De Penela a Canela
No comboio delicia
Mas que grande confusão
Uns dormindo outros com sono
E outros nem sim nem não
No comboio delicia
De Carcavelos a terra dos Maximelos.
Rayssa

Muitos Parabéns pelo trabalho Érica

Vinda do escritor Xico Braga à nossa sala

Feliz dia dos namorados

A Menina Gotinha de Água

Expansão Portuguesa

História de Portugal

Copiei do a escola do Mogadouro os créditos são do 4º ano da professora Luzia. Obrigado

A apresentadora da Festa

A apresentadora da Festa

A Rayssa a fazer de mãe da Francisca

A Rayssa a fazer de mãe da Francisca

O nosso menino de rua

O nosso menino de rua

Menino da rua

Menino da rua
Grande dança

Ainda os bailarinos

Ainda os bailarinos

Brinquedos de menina

Brinquedos de menina

Quadros da história de Portugal

A pele

As plantas das nossas casas

Fada Oriana

Comemoração do centenário da República

Trabalho de grupo A Implantação da República

Dia da Criança

O Espantalho da Ana Rita

O Espantalho do Francisco

O Espantalho da Érica

O Espantalho da Marta

Meninos de todas as cores

A Arca de Não É!

Para que serve o Blogue? Apresentação na ESE de Setúbal

Gosto deles porque sim.

A Professora e os Golfinhos desejam a todos uma Santa Páscoa!

Área de Projecto As Rochas

Escrita criativa

A Lebre e Tartaruga

Teatro O Corcunda de Notre Dame

Power Point Colectivo

As Plantas

A utilização das TIC como recurso de aprendizagem da Língua

Na 3ª aula do PNEP, usámos o magalhães como auxiliar de trabalho. Explorámos uma vez mais a lenda das sete cidades, estudada no âmbito do Plano Nacional de Leitura, para construirmos um Power point. Começámos por recontar a lenda e tirámos umas fotografias das imagens que vem no livro, utilizando a webcam do magalhães. Depois foi só começar a construir o Powerpoint. Estão lindos!

Numeração Romana